Dicas para organizar o planejamento alimentar

Por: Yara Moura, nutricionista da equipe NutriOfélia

Normalmente a palavra ‘dieta’ já traz uma ideia de algo chato, não é? Parar de comer quase tudo que gostamos e passar por algumas restrições pode parecer um pesadelo. 

Nessa segunda fase do planejamento alimentar, vamos falar sobre a importância de elaborar um cardápio equilibrado, e entender que fazer grandes cortes no cardápio nem sempre é necessário. 

A alimentação, além de nutrir, tem como função dar sentido a momentos, pensamentos e memórias. Todo mundo tem um alimento afetivo… o bolo de chocolate que lembra a avó, o feijão da mãe e aquela sopa que só tem em casa. 

Pensando nisso, quando vamos elaborar um cardápio, tentamos equilibrar paladar e preferências alimentares. Por exemplo, aqui no colégio, as crianças amam comer peixe. Ainda assim, elas não gostam de comer peixe com molhos. Por isso, tudo o que eu possivelmente colocaria no molho do peixe, como leite de coco, pimentão e especiarias, tenho que pensar em um caldo como acompanhamento para um peixe grelhado. Legal, não é? 

As crianças adoram o ‘dia do macarrão’

Outro exemplo é quando os pedaços de tomate usados para temperar as carnes ou decorar os pratos, são assados. As crianças não comem o tomate com aquela aparência, mas quando optamos pelo molho de tomate (acompanhem nas fotos desse post), as crianças adoram. O dia mais esperado por elas é o ‘dia do macarrão’.

Muitas vezes, respeitando o nosso paladar e ajustando receitas, conseguimos um resultado muito satisfatório além de ter prazer na alimentação. 

Nas próximas semanas, vou compartilhar aqui algumas receitas de alimentos que provavelmente alguém aí na sua casa não gosta. Mas, acredite, pode passar a amar.

Beijos e até a próxima semana!

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